Um guia rápido para escolher o produto probiótico certo

Sobre probióticos Qualidade
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As melhores cepas probióticas para auxiliar a saúde são aquelas associadas aos benefícios para a saúde em estudos científicos de alta qualidade. Para escolher o produto probiótico certo, nós criamos um guia rápido, que destaca os principais pontos associados aos produtos probióticos de qualidade.

Os probióticos não são todos iguais

Quando um benefício para a saúde está associado a uma determinada cepa probiótica em um estudo científico, o benefício é específico apenas para aquela cepa probiótica em particular. 

Por exemplo, os benefícios para a saúde associados à nossa cepa Lactobacillus rhamnosus, LGG®1 (a partir de agora somente será usada a marca registrada LGG®), não se estendem a outras cepas Lactobacillus rhamnosus. Isso significa que Lactobacillus rhamnosus, GR-1®, não é capaz de oferecer os mesmos benefícios para a saúde que LGG®, apesar de ambas serem cepas de Lactobacillus rhamnosus.

Se um produto probiótico contém mais de uma cepa probiótica, isso não significa necessariamente que o produto terá mais benefícios para a saúde. Combinações específicas de cepas (ou seja, produtos multicepas) devem ter demonstrado um benefício para a saúde em um estudo científico.2

Os resultados científicos de uma cepa probiótica estão especificamente relacionados aos participantes daquele estudo específico (por exemplo, se o benefício foi observado em um estudo com adultos, a cepa não beneficia necessariamente um recém-nascido). 3

Os resultados científicos de uma cepa probiótica estão especificamente relacionados à área da saúde investigada (isto é, se uma cepa estiver associada à promoção da saúde imunológica, isso não significa que ela seja capaz de promover a saúde intestinal, a saúde bucal etc.).

 

Apenas na quantidade certa

Os produtos probióticos contêm milhões a bilhões de bactérias vivas, cada uma das quais pode formar comunidades bacterianas (isto é, colônias); portanto, o número de bactérias probióticas em um produto é dado como Unidades Formadoras de Colônias (UFC).2
Uma quantidade maior de UFC não significa que seja um probiótico melhor.4
500 milhões a 50 bilhões de UFC foram associadas a vários benefícios para a saúde. A quantidade necessária depende da cepa usada e da área de saúde.5
Leia mais sobre as cepas probióticas e seus benefícios para saúde respiratória, fezes soltas ocasionais e choro excessivo e agitação.

 
O que procurar ao comprar probióticos

O que você deve procurar?

Cepas bacterianas Abrir Fechar

Idealmente, um produto probiótico lista os nomes das bactérias por completo, de modo que é possível ver se esse produto contém uma cepa específica. 

Vamos usar Lactobacillus rhamnosus GG, LGG®, como exemplo.
Lactobacillus é o gênero, rhamnosus é a espécie, GG é a cepa, e LGG® é a marca registrada desta cepa particular fabricada pela Chr. Hansen. Se a cepa não for informada, não é possível saber em qual área de saúde este produto probiótico pode ajudar.

Portanto, escolha produtos que incluem a cepa e não apenas o gênero ou espécie. Isso é importante porque cepas diferentes podem ajudar áreas de saúde diferentes devido às suas características únicas, mesmo quando elas vêm do mesmo gênero e espécie.
Leia mais em O que são probióticos?

Alegações e uso recomendado Abrir Fechar

informam sobre como usar o produto e a área da saúde que o produto pode ajudar. As alegações devem ser cientificamente comprovadas.

Contagem celular ativa total (UFC) Abrir Fechar

Procure pelo número de bactérias vivas (UFC) no produto (às vezes, chamadas de “culturas vivas”). Evite produtos que indiquem as UFC “no momento da fabricação”, já que esta rotulagem não leva em conta o declínio nas UFC durante o armazenamento. As UFC indicadas são geralmente uma contagem total, embora, em produtos com várias cepas, a contagem para cada cepa seja preferível para garantir a quantidade recomendada de cada cepa específica. As UFC indicadas no rótulo do produto devem ser iguais à quantidade associada aos benefícios para a saúde documentados.

A quantidade de bactérias em um produto probiótico diminui com o tempo

Probióticos são microrganismos vivos e devem estar vivos quando consumidos para que funcionem adequadamente. 
O número de bactérias vivas em um produto probiótico diminuirá entre fabricação e compra. Em um rótulo de probiótico, preste atenção no nível de UFC no “fim da validade” (a validade potencial de um produto). Esse número deve estar dentro do mesmo intervalo que foi usado no estudo científico que demonstrou o benefício para a saúde da cepa. 2
A quantidade de probióticos (UFC) presente na “data de fabricação” não é tão importante quanto a quantidade presente no “fim da validade”.2
Nem todos os probióticos precisam ser refrigerados para manter sua funcionalidade; na verdade, a maioria pode ser mantida à temperatura ambiente.4

 

Seguro para consumir com confiança

Pessoas que geralmente estão bem podem consumir probióticos como parte de sua dieta diária.4
A cepa probiótica deve ser aprovada para consumo humano por uma autoridade regulatória ou de segurança alimentar reconhecida:

  • GRAS (Reconhecido em Geral como Seguro) notificado à FDA (Food and Drug Administration; Administração de Alimentos e Medicamentos) dos EUA6
  • QPS (Suposição Qualificada de Segurança) concedida pela EFSA na Europa7

Consulte um profissional de saúde para saber mais sobre probióticos para ajudar na saúde.


LGG® é uma marca registrada da Chr. Hansen A/S.

O artigo é fornecido para fins informativos sobre probióticos e não pretende sugerir que qualquer substância mencionada no artigo seja indicada para diagnosticar, curar, mitigar, tratar ou prevenir qualquer doença.

Referências

1. Hojsak I, et al. Lactobacillus GG in the prevention of nosocomial gastrointestinal and respiratory tract infections. Pediatrics. 2010;125(5):e1171-7. (PubMed)

2. Jackson SA, et al. Improving End-User Trust in the Quality of Commercial Probiotic Products. Frontiers in Microbiology. 2019;10:739. (PubMed)

3. McFarland LV, et al. Strain-Specificity and Disease-Specificity of Probiotic Efficacy: A Systematic Review and Meta-Analysis. Front Med (Lausanne). 2018;5:124-. (PubMed)

4. Organização Mundial de Gastroenterologia. Diretrizes Globais da Organização Mundial de Gastroenterologia – Probióticos e prebióticos. 2017.

5. Hao Q, et al. Probiotics for preventing acute upper respiratory tract infections. Cochrane Database Syst Rev. 2011(9):Cd006895. (PubMed)

6. Food and Drug Administration. GRAS Notice Inventory > Agency Response Letter. GRAS Notice No GRN 000049. 2002.

7. EFSA Panel on Biological Hazards (BIOHAZ). Statement on the update of the list of QPS-recommended biological agents intentionally added to food or feed as notified to EFSA 3: Suitability of taxonomic units notified to EFSA until September 2015. EFSA Journal. 2015;13:4331.

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