Problemas estomacais são comuns em viagens 

-  cepas probióticas específicas podem ajudar  

Saúde intestinal Fezes soltas
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É comum ter problemas estomacais e fezes soltas durante viagens ao exterior. Estudos científicos sugeriram que consumir a cepa probióticaLactobacillus rhamnosus, LGG® 1, 2 (a partir de agora somente será usada a marca registrada LGG®), ou uma combinação específica de cepas probióticas, Bifidobacterium, BB-12®, Lactobacillus acidophilus, LA-5®, Streptococcus thermophilus, STY-31, e Lactobacillus bulgaricus, LBY-27™3, 4 (a partir de agora somente serão usadas as marcas registradas BB-12®, LA-5®, STY-31 e LBY-27), pode estar associado a menos ocorrências de fezes soltas relacionadas com viagens. 

Fezes soltas durante a viagem são um dos desafios mais comuns relacionados com viagens

Infelizmente, férias e viagens exóticas, às vezes, vêm acompanhadas do consumo de alimentos e água potável contaminados.5 As razões incluem exposição a climas e práticas sanitárias diferentes daquelas a que o intestino está mais acostumado.5 A contaminação de alimentos e água pode ocorrer em qualquer lugar do mundo, mas as regiões com maior chance de exposição incluem Oriente Médio, África, México, América Central e América do Sul e Ásia (excluindo Japão e Coreia do Sul).6 Em regiões como essas, ocorrências de problemas estomacais relacionados com viagens podem chegar a 50%.7, 8

O consumo de produtos contaminados pode causar problemas estomacais - uma condição que afeta o sistema digestivo e normalmente resulta em fezes soltas e aguadas e desconforto abdominal.5

Fato

Viajar para o exterior é comumente associado a problemas estomacais e fezes soltas.

Problemas estomacais relacionados com viagens são geralmente causados pela ingestão de bactérias prejudiciais

Problemas estomacais relacionados com viagens são geralmente causados pela ingestão de alimentos que foram contaminados por bactérias fecais nocivas, como Escherichia coli (conhecida como E. coli).9 A maioria dos micróbios prejudiciais faz com que o fluxo de água e minerais para o intestino aumente.9 Isso cria um desequilíbrio de líquidos  que pode causar aumentos desconfortáveis na produção de fezes.9

Viajante com intestino saudável comprando comida no mercado

Fezes soltas durante viagens é uma experiência desagradável e pode prejudicar mais do que apenas as férias

Normalmente, as fezes soltas relacionadas com viagens ocorrerão dentro de 2 semanas após a chegada ao destino, mas podem ocorrer até 2 semanas após o retorno para casa.10 Um episódio de fezes soltas relacionado com viagens geralmente desaparece por conta própria e dura menos de 7 dias.11 No entanto, até 20% das pessoas com fezes soltas relacionadas com viagens ficam confinadas à cama, 8-15% permanecem indispostas após uma semana e, pelo menos, 1% é hospitalizado.12

Problemas digestivos podem ser amenizados com suplementação com probióticos 

Há evidências crescentes sugerindo que os probióticos podem ajudar na saúde digestiva,1, 2, 3, 4, 13 e um estudo de alta qualidade sugere que os probióticos podem ajudar na saúde digestiva, reduzindo, assim, ocorrências de fezes soltas relacionadas com viagens.13 Como acontece com todas as cepas probióticas, a escolha de uma cepa probiótica que foi investigada em estudos científicos e na área de saúde relevante é importante. Leia mais sobre como escolher uma cepa probiótica.

Fato

Fezes soltas durante viagens é uma experiência que pode prejudicar as férias, mas isso pode ser resolvido   em adultos saudáveis.

A cepa probiótica LGG® pode diminuir   a ocorrência de fezes soltas relacionadas com viagens

Um estudo científico investigou o impacto do consumo da cepa probiótica LGG® na ocorrência de fezes soltas relacionadas com viagens. O estudo foi realizado em adultos saudáveis que viajaram para a Ásia, África e América Central e do Sul. O estudo começou 2 dias antes da partida e terminou no último dia da viagem.2 Os participantes receberam a cepa LGG® ou placebo. Apenas 3,9% do grupo LGG® apresentaram fezes soltas relacionadas com viagens, em comparação com 7,4% do grupo placebo.2
Apoiando ainda mais esses achados, um estudo com 756 pessoas que viajaram para a Turquia relatou significativamente menos ocorrências de fezes soltas relacionadas com viagens após consumo do probiótico LGG®, em comparação com o placebo. 1

 

Uma combinação específica de cepas probióticas pode ser benéfica para a saúde dos viajantes

O impacto benéfico de uma combinação muito específica de cepas BB-12®, LA-5®, STY-31 e LBY-27 na saúde digestiva foi demonstrado em estudos científicos.3, 4
94 viajantes foram randomizados para receber a combinação probiótica ou placebo 2 dias antes da viagem e durante sua visita de 2 semanas a um país de alto risco. Houve 39% menos   episódios de fezes soltas relacionadas com viagens no grupo que consumiu a combinação probiótica do que no grupo placebo.3
Em um estudo que investigou como a viagem afetou as evacuações após o retorno para casa, os viajantes consumiram essa combinação específica ou placebo antes, durante e depois da viagem. A combinação probiótica foi associada a menos ocorrências de fezes soltas fora de casa. Além disso, nenhum grupo apresentou problemas estomacais ao retornar para casa, em comparação com 18% do grupo placebo.4

 

Probióticos podem ser úteis em viagens ao exterior

O consumo da cepa probiótica LGG® ou da combinação específica das cepas probióticas BB-12®, LA-5®, STY-31 e LBY-27 pode ser benéfico para manter a regularidade das evacuações em viagens ao exterior.1, 2, 3, 4, 13

Consulte um profissional de saúde para saber mais.

Leia sobre diminuição das fezes soltas em bebês e crianças.

UFC: Unidades Formadoras de Colônias

BB-12®, LA-5®, STY-31 e LBY-27 são marcas registradas da Chr. Hansen A/S.

O artigo é fornecido para fins informativos sobre probióticos e não pretende sugerir que qualquer substância mencionada no artigo seja indicada para diagnosticar, curar, mitigar, tratar ou prevenir qualquer doença.

<i>Lactobacillus rhamnosus</i>, LGG®

Lactobacillus rhamnosus, LGG® é a cepa probiótica mais documentada do mundo A cepa LGG® demonstrou benefícios em todas as idades e em várias áreas de saúde, incluindo saúde digestiva, imunológica e bucal.

LGG® é uma marca registrada da Chr. Hansen A/S

<i>Bifidobacterium</i>, BB-12<sup>®</sup> 

A cepa probiótica Bifidobacterium, BB-12® é a Bifidobacterium probiótica mais documentada do mundo. Ela foi amplamente estudada e tem sido associada a benefícios em diversas áreas de saúde.

BB-12® é uma marca registrada da Chr. Hansen A/S

<i>Lactobacillus acidophilus</i>, LA-5®

A cepa probiótica Lactobacillus acidophilus, LA-5®, demonstrou benefícios para a saúde, incluindo a saúde digestiva, quando usada em combinação com Bifidobacterium, BB-12®.

LA-5® e BB-12® são marcas registradas da Chr. Hansen A/S

Referências

1. Oksanen PJ, et al. Prevenção da diarreia dos viajantes por Lactobacillus GG. Ann Med. 1990;22(1):53-6. (PubMed)

2. Hilton E, et al. Efficacy of Lactobacillus GG as a Diarrheal Preventive in Travelers. J Travel Med. 1997;4(1):41-3. (PubMed)

3. Black FT, et al. Prophylactic Efficacy of Lactobacilli on Traveler’s Diarrhea. In: Steffen R, et al., eds. Travel Medicine: Proceedings of the First Conference on International Travel Medicine, Zurique, Suíça, 5–8 de abril de 1988. Berlim, Heidelberg: Springer Berlin Heidelberg; 1989. p. 333-5.

4. Black FT, et al. Report from a placebo-controlled double-blind trial of 4 lactobacilli strains (HIP) used as a prophylactic agent against traveller's diarrhoea. 1988. Dados não publicados.

5. Mayo Clinic. Traveler's diarrhea. Atualizado.  Acessado em 12 de junho de 2020. (Fonte)

6. Centers for Disease Control and Prevention. Travelers Health. Atualizado. Acessado em 12 de junho de 2020. (Fonte)

7. Steffen R, et al. Traveler's diarrhea: a clinical review. JAMA. 2015;313(1):71-80. (PubMed)

8. Steffen R, et al. Epidemiology of travelers' diarrhea: details of a global survey. J Travel Med. 2004;11(4):231-7. (PubMed)

9. Leung AKC, et al. Travelers' Diarrhea: A Clinical Review. Recent Pat Inflamm Allergy Drug Discov. 2019;13(1):38-48. (PubMed)

10. Al-Abri SS, et al. Traveller's diarrhoea. Lancet Infect Dis. 2005;5(6):349-60. (PubMed)

11. Leggat PA, Goldsmid JM. Travellers' diarrhoea: health advice for travellers. Travel Med Infect Dis. 2004;2(1):17-22. (PubMed)

12. Ericsson CD. Travellers' diarrhoea. Int J Antimicrob Agents. 2003;21(2):116-24. (PubMed)

13. Bae JM. Prophylactic efficacy of probiotics on travelers' diarrhea: an adaptive meta-analysis of randomized controlled trials. Epidemiol Health. 2018;40:e2018043 (PubMed)

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