Bebês e crianças costumam apresentar fezes soltas

– Lactobacillus rhamnosus, LGG®, pode ajudar

Saúde infantil Fezes soltas
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A suplementação com produtos probióticos, como os que contêm a cepa Lactobacillus rhamnosus, LGG® (a partir de agora somente será usada a marca registrada LGG®), pode ter um impacto benéfico sobre as fezes soltas ocasionais.1, 2, 3, 4, 5 

Fato

Fezes soltas e aguadas ocorrem com frequência em bebês e crianças pequenas.6 Em todo o mundo, toda criança com menos de três anos terá, pelo menos, um episódio de fezes soltas ocasionais anualmente.6 

O que significa fezes soltas ocasionais?

Quando o sistema digestivo é saudável e equilibrado, ele é capaz de absorver líquidos.7 No entanto, quando o equilíbrio das bactérias intestinais é perturbado, muita água pode ser absorvida no intestino,8 o que pode resultar em fezes soltas e aguadas.

Estudos científicos demonstraram que algumas cepas probióticas podem ser úteis à saúde digestiva.9, 10 A LGG® é uma dessas cepas. Ela tem sido associada à promoção de um sistema digestivo saudável, ajudando a equilibrar as bactérias intestinais.

Leia mais em O que são probióticos?

Bebê sendo examinado devido a problemas estomacais

Fezes soltas ocasionais geralmente ocorrem por três razões:

  • Fezes soltas sem motivo
  • Fezes soltas relacionadas a alguma intervenção de saúde
  • Fezes soltas relacionadas à hospitalização

Fezes soltas sem motivo

Quando bactérias potencialmente prejudiciais entram no sistema digestivo, as pessoas costumam apresentar fezes soltas inesperadas devido às bactérias prejudiciais que perturbam o equilíbrio ideal do microbioma intestinal.11  Fezes soltas inesperadas descrevem a ocorrência de fezes soltas ou aguadas pelo menos três vezes ao dia, ou mais frequentemente do que o normal para um determinado indivíduo,12 durando geralmente menos de 7 dias e não mais do que 14 dias.13 Crianças menores de 3 anos de idade geralmente apresentam de 0,5 a 1,9 episódio de fezes soltas inesperadas a cada ano.14

 

O uso de algumas cepas probióticas pode diminuir a ocorrência de fezes soltas sem motivo

É fundamental hidratar durante e após um episódio de fezes soltas inesperadas, bebendo bastante água e líquidos.13 Além disso, a ingestão da cepa probiótica LGG® foi associada a episódios mais curtos de fezes soltas inesperadas.1, 2 
Leia mais sobre a cepa probiótica LGG®, da Chr. Hansen
 
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Intervenções de saúde para tratar problemas de saúde podem resultar em fezes soltas e aguadas

Alguns produtos usados para aliviar os problemas de saúde eliminam não apenas as bactérias nocivas que entraram no intestino, mas também as bactérias benéficas residentes e, portanto, perturbam o rico e diversificado ecossistema de bactérias que ajuda a nos mantermos saudáveis. Isso afeta o sistema digestivo e pode resultar em fezes soltas e aguadas.14, 15, 16, 17  

O probiótico LGG® pode ajudar 

Em crianças que receberam intervenções para aliviar problemas de saúde, a suplementação com a cepa LGG® foi associada a menos ocorrências de fezes soltas e aguadas.3, 4 Quando um profissional de saúde propõe intervenções para aliviar problemas de saúde específicos, pergunte sobre como ajudar simultaneamente o microbioma intestinal. 
Leia mais sobre a cepa LGG®, da Chr. Hansen

Fezes soltas relacionadas à hospitalização e o uso de algumas cepas probióticas  

A hospitalização pode estar associada à exposição a bactérias potencialmente nocivas, o que pode perturbar o equilíbrio das bactérias do intestino e resultar em mais problemas de saúde e na ocorrência de fezes soltas.18 Em países desenvolvidos, dependendo de fatores como a época do ano, a porcentagem de crianças que apresentam esses problemas de saúde adicionais varia de 5,1% a 11,6%,19 com os problemas que afetam o sistema digestivo sendo a maioria.20, 21, 22 Os custos associados aos problemas de saúde relacionados à hospitalização são altos, por exemplo, eles podem prolongar a duração de uma internação hospitalar.5
Em um estudo, a suplementação com a cepa LGG® foi associada a menos ocorrências de problemas digestivos e respiratórios relacionados à hospitalização em crianças
Leia mais aqui.  

Os probióticos podem ser úteis quando ocorrem fezes ocasionais soltas e aguadas

As fezes soltas e aguadas geralmente são o resultado de um desequilíbrio nas bactérias do sistema digestivo. Os probióticos podem ajudar a resolver esse desequilíbrio e aumentar a diversidade das bactérias, o que pode ajudar a limitar os problemas que afetam o sistema digestivo e as fezes soltas e aguadas.
Leia sobre outras cepas probióticas da Chr. Hansen, ou como escolher um produto probiótico

LGG® é uma marca registrada da Chr. Hansen A/S.

O artigo é fornecido para fins informativos sobre probióticos e não pretende sugerir que qualquer substância mencionada no artigo seja indicada para diagnosticar, curar, mitigar, tratar ou prevenir qualquer doença.

<i>Bifidobacterium</i>, BB-12<sup>®</sup> 

A cepa probiótica Bifidobacterium, BB-12® é a Bifidobacterium probiótica mais documentada do mundo. Ela foi amplamente estudada e tem sido associada a benefícios em diversas áreas de saúde.

BB-12® é uma marca registrada da Chr. Hansen A/S

Referências

1. Aggarwal S, et al. Lactobacillus GG for treatment of acute childhood diarrhoea: an open labelled, randomized controlled trial. Indian J Med Res. 2014;139(3):379-85. (PubMed)

2. Isolauri E, et al. A human Lactobacillus strain (Lactobacillus casei sp strain GG) promotes recovery from acute diarrhea in children. Pediatrics. 1991;88(1):90-7. (PubMed)

3. Arvola T, et al. Prophylactic Lactobacillus GG reduces antibiotic-associated diarrhea in children with respiratory infections: a randomized study. Pediatrics. 1999;104(5):e64. (PubMed)

4. Vanderhoof JA, et al. Lactobacillus GG in the prevention of antibiotic-associated diarrhea in children. The Journal of Pediatrics. 1999;135(5):564-8. (PubMed)

5. Hojsak I, et al. Lactobacillus GG in the prevention of nosocomial gastrointestinal and respiratory tract infections. Pediatrics. 2010;125(5):e1171-7. (PubMed)

6. Thiagarajah JR, et al. Secretory diarrhoea: mechanisms and emerging therapies. Nat Rev Gastroenterol Hepatol. 2015;12(8):446-57. (PubMed)

7. Hodges K, Gill R. Infectious diarrhea: Cellular and molecular mechanisms. Gut Microbes. 2010;1(1):4-21. (PubMed)

8. Walker CLF, et al. Global burden of childhood pneumonia and diarrhoea. Lancet. 2013;381(9875):1405-16. (PubMed)

9. Lemberg DA, et al. Probiotics in paediatric gastrointestinal diseases. J Paediatr Child Health. 2007;43(5):331-6. (PubMed)

10. Yan F, et al. Soluble proteins produced by probiotic bacteria regulate intestinal epithelial cell survival and growth. Gastroenterology. 2007;132(2):562-75. (PubMed)

11. Lo Vecchio A, et al. Rotavirus immunization: Global coverage and local barriers for implementation. Vaccine. 2017;35(12):1637-44. (PubMed)

12. Organização Mundial da Saúde. Diarrhoea: Why children are still dying and what can be done. 2009.

13. Szajewska H, et al. Use of probiotics for management of acute gastroenteritis: a position paper by the ESPGHAN Working Group for Probiotics and Prebiotics. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2014;58(4):531-9. (PubMed)

14. McFarland LV. Epidemiology, risk factors and treatments for antibiotic-associated diarrhea. Dig Dis. 1998;16(5):292-307. (PubMed)

15. Barbut F, Meynard JL. Managing antibiotic associated diarrhoea. BMJ. 2002;324(7350):1345-6. (PubMed)

16. McFarland LV, et al. Risk factors for Clostridium difficile carriage and C. difficile-associated diarrhea in a cohort of hospitalized patients. J Infect Dis. 1990;162(3):678-84. (PubMed)

17. Hasan N, Yang H. Factors affecting the composition of the gut microbiota, and its modulation. PeerJ. 2019;7:e7502-e. (PubMed)

18. Organização Mundial da Saúde. Prevention of Hospital-acquired Infections. Genebra, Suíça; 2002.

19. Organização Mundial da Saúde. Report on the Burden of Endemic Health Care-associated Infection Worldwide. Genebra, Suíça; 2011.

20. Muhlemann K, et al. Prevalence of nosocomial infections in Swiss children's hospitals. Infect Control Hosp Epidemiol. 2004;25(9):765-71. (PubMed)

21. Rutledge-Taylor K, et al. A point prevalence survey of health care-associated infections in Canadian pediatric inpatients. Am J Infect Control. 2012;40(6):491-6. (PubMed)

22. Kinnula S, et al. Hospital-associated infections in children: a prospective post-discharge follow-up survey in three different paediatric hospitals. J Hosp Infect. 2012;80(1):17-24. (PubMed)

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